A marca do descanso profundo. Uma identidade noturna, feminina e íntima — com a autoridade de quem entende a mente que não desliga.
Não é feio por acaso — cada escolha empurra o valor percebido para baixo e trabalha contra o tema central: sono, noite, silêncio da mente. Abaixo, o antes real e a direção que corrige.
Tudo na identidade parte de uma cena — o quarto no escuro, a respiração desacelerando, a mente que enfim solta o dia. Feminino e acolhedor, com a firmeza de quem tem método. Nunca infantil, apesar do nome.
Escuro que acolhe, como um quarto à noite. Nunca gótico, nunca deprimente.
Texturas suaves, serifa com curva, respiro. Conversa de perto, não de palanque.
Método por trás da doçura: neurociência e fé com credibilidade — sem gritar.
A lua é o território do sono — e a gente ocupa esse território com desenho, não com explicação. Um crescente sólido de arco fino, do jeito que a lua aparece de verdade na janela de quem não consegue dormir. Sem mordida, sem carinha, sem legenda que ensine a ler.
O crescente nasce da subtração de dois círculos: a lua cheia menos a sombra que avança sobre ela. Isso gera uma forma sólida única — não um traço aberto — que não colapsa nem distorce quando reduzida. É a diferença entre uma lua de verdade e um círculo mordido.
A hierarquia conceitual "Protocolo / Durma / como uma criança" foi mantida — mas resolvida como um lockup coeso na mesma família, com a lua crescente à esquerda como assinatura.
Área de proteção & escala. Mantenha ao redor do lockup um respiro mínimo igual à altura da letra "D" de "Durma". Tamanho mínimo do lockup horizontal: 130px de largura (digital) · 32mm (impresso). Abaixo disso, use só a lua crescente. No favicon, a estrela cresce um pouco (r=4) para não sumir.
Direção fundamentada, com HEX fechado e a lógica narrativa de cada cor. O sistema troca o vermelho de urgência por uma noite que acolhe: azul-meia-noite como base, champanhe como o brilho suave da lua, um âmbar de amanhecer para a dimensão de fé.
Nada de Inter, Roboto, Montserrat ou Poppins. A marca respira serifa: é onde vivem o tom editorial e a conversa de perto. Duas famílias resolvem display, texto e numerais.
A mente que não desliga não precisa de mais esforço. Precisa de um caminho — sete práticas curtas que devolvem, noite após noite, o descanso que o corpo já sabe como fazer.
O produto se apoia em três pilares: neurociência, práticas somáticas e espiritualidade cristã. Os dois primeiros já estão traduzidos no visual — o tom editorial dá a autoridade científica, a serifa e o respiro dão o corpo que respira. O terceiro precisa de uma decisão consciente, e aqui ela está declarada.
A decisão: a fé fica no tratamento de luz, não num crucifixo. Cruz literal, pomba, versículo estampado ou qualquer grafismo devocional ficam de fora — envelhecem rápido, estreitam o público e puxam a marca para o kitsch. O que entra é mais sutil e mais adulto.
Onde a fé fala com todas as letras é no conteúdo — no texto do e-book, nas orações e reflexões das práticas. O visual não compete com isso: ele abre o espaço e deixa a palavra da Anelize ocupar o centro.
O e-book é o entregável nº1. A capa precisa parecer algo que a leitora quer ter por perto — com o silêncio visual que reforça o silêncio da mente. Mockup de direção abaixo (não é a arte final; guia o layout).
Nada de criança dormindo desenhada, "zZz", carinhas ou figurinhas. A lua crescente substitui tudo.
O vermelho vivo antigo grita urgência. Está aposentado como cor de marca — contradiz calma e sono.
Nada de roxo→azul, rosa→cyan ou neon de IA. Só o gradiente do céu noturno, o do champanhe e o do amanhecer.
Sem Inter, Roboto, Montserrat, Poppins, Arial ou Open Sans. A marca é serifa: Fraunces + Spectral.
A fé entra como luz de amanhecer, nunca como crucifixo, pomba ou versículo estampado. Sutil e adulto, sem kitsch.
Nada de "mulher sorrindo na cama" de stock. Só imagem real editorial ou o mundo gráfico da marca.
Fundos escuros sempre com camadas, halo ou grão sutil. Cor sólida única = amadorismo.
O nome tem "criança" — o visual, não. Produto adulto, íntimo, premium. Sem tons de quarto de bebê.
Cada decisão de cor, símbolo e tipografia nasceu da lógica do produto: sono, calma, noite, fé, público feminino adulto. Quando a Anelize enviar as referências dela, cruzamos os dois mundos — o champanhe pode virar rosé-noturno ou pérola, o âmbar de amanhecer aceita esquentar, e o símbolo comporta variações. A estrutura documentada aqui é o esqueleto que sustenta esses ajustes sem perder coerência.